Gustavo Adolfo Becquer / Poesia do Mundo

Rima XLIV de Gustavo Adolfo Becquer

Como o avaro guarda o seu tesouro,

guardava eu a minha dor;

desejava provar que há algo eterno

a essa que eterno me jurou seu amor.

Hoje em vão chamo a dor e ouço o tempo,

que a esgotou, dizer:

– Ah, miserável barro, eternamente

não poderás nem sofrer.

(trad. José Bento)

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