Poesia Portuguesa

Nocturno de Amor – Cláudia Nunes Carriço

Em lentidão marítima os teus dedos

Vinham beber em mim a tua vida

Em mansidão, na noite adormecida

Deixavam no meu corpo os teus segredos

 

E de repente a mão fez-se serpente

Subindo o aqueduto do meu peito

Corpo a nascer em luz enfim perfeito

Flecha no vento ou flor tão simplesmente

*

Cláudia Nunes Carriço, psicóloga clínica

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